Válvulas cardíacas mecânicas de carbono pirolítico pulsam mais de 30 milhões de vezes por ano. O desgaste microscópico nas dobradiças pode travar os folhetos e causar colapso hemodinâmico. Este artigo descreve microbobinas indutivas medindo variações sub-micrométricas nas dobradiças ao longo de décadas.
Micro-sensores de corrente parasita no anel da válvula medem o tempo de abertura dos folhetos com precisão de 50 nanossegundos, detectando micro-trombos precocemente.
Transdutores piezoelétricos captam ruídos acústicos de colapso por cavitação, orientando o ajuste de anticoagulantes para evitar desgaste mecânico e trombose.